O SARS-CoV-2, coronavírus responsável pela pandemia pela qual passamos, causando a Covid-19, como é chamada a doença, é um patógeno que tem grande tropismo principalmente para o sistema pulmonar, causando um processo inflamatório intenso e grave na árvore traqueobrônquica, principalmente nos pacientes de alto risco como tabagistas e pneumopatas.

Embora, não só de tropismo ao sistema pulmonar viva o novo coronavírus, estudos já foram realizados e constatou-se acometimento de diversos sistemas como o cardiovascular e renal além de outros, quando se trata de pacientes críticos, nos quais o acometimento pulmonar ocorre em praticamente 100% dos casos, a intubação traqueal é a única saída e temos que ter em mente e em prática qual a melhor conduta a se realizar nessas situações.

Coronavírus

A Covid-19 promove uma inflamação de grande intensidade no epitélio brônquico com extravasamento do compartimento intravascular. Sua fisiopatologia determina uma broncopneumonia aguda com um sistema pulmonar complacente. Diferente dos casos de sepse por SARA, onde o pulmão encontra-se rígido e restrito, a broncopneumonia causada pelo SARS-CoV-2 transforma o pulmão em uma “esponja”.

Muitas vezes, a hipoxemia acontece sem dispneia, taquipneia ou insuficiência respiratória. Nesses casos, o único tratamento é colocar o paciente em ventilação mecânica protetiva com pressão positiva. E para isso é necessária a realização da intubação traqueal nesses pacientes.

Sequência rápida de intubação

Além disso, temos a característica da alta transmissibilidade viral que acaba por facilitar a contaminação do ambiente e da equipe de saúde envolvida. Essa característica faz com que o processo de intubação traqueal seja realizado sem muita demora e sem múltiplas tentativas. Tudo que possa ser realizado a fim de diminuir os riscos de contaminação deve ser levado em conta. Devido a isso, a intubação orotraqueal não deve ser demorada e a manipulação de vias aéreas deve ser a menor possível, o que leva a uma intubação em sequência rápida.

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