Desfibrilador x Cardioversor – Você sabe as diferenças?

De acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia, as doenças cardiovasculares representam cerca de 30% dos óbitos no Brasil. São números expressivos que indicam que é o principal motivo de morte no país. A desconfiguração do sistema cardíaco, nada mais é que a irregularidade na pulsação cardíaca. E este compasso do coração pode ser retomado através de tecnologias médicas. 

Entenda agora como essa tecnologia salva vidas ao redor do mundo!

O que nos dá suporte? 

O estudo da fibrilação (batimentos do coração sem ritmo) passou por várias fases até chegarmos ao estágio avançado no qual se encontra hoje, desde a evolução do entendimento das patologias e fisiologias a criação de dispositivos que contribuem na sustentação de vidas.

E algumas das tecnologias desenvolvidas para apoiar a cardiologia são os Cardioversores e Desfibriladores. Estes equipamentos fazem uso da eletricidade, para fazer descargas de elevadas intensidades e assim conseguir fazer a despolarização das fibras cardíacas.  

O que difere um Cardioversor de um Desfibrilador?

O Desfibrilador aplica uma corrente contínua no músculo cardíaco. Esta corrente elétrica não é sincronizada,  o que de maneira agrupada despolariza as fibras envolvidas do miocárdio. Este procedimento proporciona a regularização do ritmo do coração, como se reiniciasse  os batimentos cardíacos após a descarga. A utilização do Desfibrilador é recomendada em situações ainda mais complexas, com alto risco de vida, como taquicardia.

Já o Cardioversor funciona de forma semelhante, porém, a corrente elétrica é sincronizada, no qual o equipamento está preparado para perceber a frequência cardíaca e aplicar a carga de maneira simultânea. O uso do Cardioversor certamente envolve condições graves do paciente, porém em um estado mais tênue, onde o profissional da saúde possui uma margem de tempo maior para reverter a situação. 

Quais são os tipos de Desfibriladores e Cardioversores?

 

Cardioversor

Os cardioversores possuem circuitos aptos a detectar a atividade elétrica do coração e sincronizar a aplicação do choque desfibrilatório com a onda R do ECG. Alguns Cardioversores possuem o modo DEA, em que esta funcionalidade mais simples pode ser ativada.

Cardioversor implantável

É um dispositivo implantado diretamente no corpo, embaixo da clavícula. Assim que detecta uma arritmia ele dispara o choque elétrico.

Desfibrilador externo automático (DEA) 

Este equipamento é transportável e assim como os outros possibilita reverter o descompasso do coração. 

Onde desfibriladores e cardioversores estão presentes?

Os municípios são rígidos quanto a presença de um desfibrilador em locais com grande concentração ou circulação  de pessoas, como shoppings, estações de metrô, clubes, aeroportos, além dos próprios estabelecimentos de saúde, assegurando por lei a obrigatoriedade de ter um equipamento desfibrilador.

Imagine quantos existem em todo território nacional ou até mesmo somente na sua região?

Vale lembrar que cada um deles precisa estar em bom estado e calibrado, para quando forem solicitados contribuírem com o salvamento dos pacientes de maneira eficiente.

Manutenções e calibrações são necessárias

Visto o impacto destes aparelhos na vida dos pacientes, é necessário manter um processo de manutenção/preventiva bem estruturado, com cronogramas fiéis de calibrações, e a importância da própria calibração dos desfibriladores e cardioversores acontecerem de forma confiável. 

É de suma importância certificar se os dispositivos de reversão de arritmias é um serviço necessário e recorrente em sua instituição. Essa certificação consiste na avaliação de desempenho de parâmetros como tempo de carga, tensão e corrente, através de um analisador padrão de desfibrilador para comprovar a conformidade do aparelho. 

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